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Começou o ataque – Aloysio Nunes ataca Netinho de Paula

Sem Orestes Quércia (PMDB), que desistiu por problemas de saúde, sobrou para Aloysio Nunes (PSDB), Romeu Tuma (PTB) e Netinho de Paula (PCdoB) a disputa pela segunda cadeira paulista para o Senado, já que, pelo que tudo indica, a primeira será de Marta Suplicy (PT), liderando em todas as pesquisas.

A novidade na propaganda eleitoral exibida há pouco, para o UOL, ficou por conta da peça veiculada pelo tucano Aloysio Nunes, em que criticou a violência contra a mulher. “Quem bate em mulher é covarde”, disse o candidato do PSDB. A fala faz referência indireta ao seu rival direto, Netinho de Paula (PCdoB), que agrediu a própria mulher em 2005. É bom lembrar que Aloysio terá o dobro de tempo no horário eleitoral obrigatório, disputando diretamente com o cantor-apresentador-vereador-comunista.

Tuma repetiu a propaganda política que anuncia apoiar todos os candidatos, inclusive citando Quércia, Netinho e Marta, embora Tuma apoie oficialmente Serra e Geraldo.

Segundo o Datafolha, Aloysio tem 12% das intenções de voto, contra 15% de Tuma, 26% de Quércia, que já zarpou, 28% de Netinho e 33% de Marta. Seria o início de uma reação?

TSE manda tirar propaganda de Serra com o Collor

Parece que não estamos num país livre. Segundo a Folha, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Joelson Dias, determinou que a coligação “O Brasil Pode Mais”, do José Serra (PSDB) à Presidência, retire do ar o vídeo que veicula cenas do senador Fernando Collor falando com eleitores em local público e demonstrando seu apoio à candidata Dilma Rousseff (PT).

No vídeo, apresentado várias vezes em meio às denúncias da violação dos dados da filha do presidenciável, Verônica, Collor pede para que as pessoas “não se esqueçam desse nome: Dilma Rousseff, número 13 na cabeça, dia 3 de Outubro!”. O palanque oficial de Dilma nas Alagoas é o de Ronaldo Lessa, do PSB.

A coligação da Dilma pediu para que a propaganda fosse retirada do ar sob o argumento de que, segundo a lei eleitoral, é vedada a utilização de gravações externas na veiculação de inserções, e de que levaria o eleitor à uma informação falsa.

E a campanha eleitoral vai mesmo esquentando. Aguardemos os próximos capítulos.

RECLAMES RAROS – Orestes Quércia, o violeiro – 1986

Neste segundo post da série “Reclames Raros”, apresentamos a propaganda eleitoral de 1986 de Orestes Quércia, então candidato a governador de São Paulo, pelo PMDB. Aqui ele mostra seu lado humano, apresentando sua terra natal e um pouco de sua vida. Aqui também temos algumas realizações como prefeito de Campinas. Mas o melhor fica para o final: Quércia toca um violãozinho ao lado de sua esposa! Humano ele, hein?

É bom lembrar que Quércia acabou sendo eleito governador, e agora é candidato a senador pelo mesmo PMDB (NÃO É NENHUM ATO DE APOIO A ELE, que fique bem claro, é apenas curiosidade).

Vejam abaixo, Quércia, o violeiro!

Campanha Eleitoral fica quente

A batalha eleitoral está somente começando. Hoje cedo, em comício realizado em Guarulhos pela candidatura de Dilma Rousseff, que lá não compareceu porque está no aguardo do nascimento do neto, o presidente Luis Inácio Lula da Silva, chamou José Serra de mentiroso e ainda disse que ele está baixando o nível da campanha. “Quero dizer que nossa campanha tá tranquila, e do outro, um candidato que tá uma brabeza só”.

Já o outro candidato, José Serra, ao final de sua propaganda eleitoral noturna, voltou a comparar a atitude de um filiado do PT, de invadir os dados da filha Verônica, ao que Fernando Collor fez na campanha presidencial de 1989, quando usou até a filha de Lula, Lurian, para agredir o candidato e conseguir a vitória.

Aliás, Collor, que é candidato a governador pelas Alagoas, está apoiando Dilma Rousseff. Será que vamos ter problemas, como em 1990?

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